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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Antigravidade?



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O.O
Fonte: Estadão

quarta-feira, 12 de maio de 2010

"Nada há que seja verdadeiramente livre nem suficientemente democrático. Não tenhamos ilusões, a Internet não veio para salvar o mundo."
José Saramago, sobre a Internet
"Nem sequer é para mim uma tentação de neófito. Os tais 140 caracteres refletem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido."
José Saramago, sobre o Twitter

sexta-feira, 5 de março de 2010

Rei Lear

Por Ronald Curchod. Via Lá Fora. Simplesmente perfeeeeito!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Rodrigo Apresenta: Billy Batson e os 6 Poderes

Não sei se vocês lembram da edição 14 do FARRAZINE (se não lembra, veja aqui). Houve um conto do Jluismith sobre Billy Batson e os seis que formam SHAZAM. O Izaque fez a ilustração que foi usada, mas como ele estava demorando, eu comecei a fazer um "Plano B", caso ele atrasasse demais... Como ele fez, acabei colocando de lado por um tempo, mas resolvi terminá-la. Esse foi o resultado.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Designers de Taiwan recriam quadro de DaVinci com placas-mãe

Engenheiros da ASUS homenageiam a empresa com a divertida colagem

Por Nátaly Dauer

Uma colagem feita a partir de placas-mãe usadas e chips de computador reproduz o quadro La Gioconda, mais conhecido como A Mona Lisa, de Leonardo DaVinci. A peça é de autoria de designers taiwaneses da Asustek, empresa detentora da marca ASUS. Apesar de apenas sugerir a pintura de Da Vinci, especialmente pela escassez dos detalhes, o mosaico compõe uma curiosa obra de arte geek.

Alguns projetistas de circuitos impressos da empresa já planejavam a execução do “quadro” desde 2008, de acordo com uma matéria do programa televisivo Nightly Business Report , da TV pública norte-americana PBS.

O blog Gadget lab da revista Wired aponta dois significados para a colagem: uma referência à tecnologia usada pela Asus para alcançar seu status e também mostrar um pouco do perfil da empresa, que apoia todos os tipos de ideias, inclusive as mais estapafúrdias. De fato, uma grande placa-mãe em forma de pintura (ou, melhor dizendo, uma grande pintura em forma de placa-mãe) faz todo o sentido para a empresa, que despontou e cresceu no mercado internacional com suas placas-mãe nos anos 90, sendo uma das corporações icônicas dos chamados então Tigres Asiáticos.

A obra foi instalada na entrada principal da sede da Asustek, em Peitou, Taiwan.

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Fonte: www.geek.com.br

Eu não sei de vocês, mas eu adorei isso! Uma Mona Lisa Impressionista! *-*

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Já pensou em morar dentro de seu PC?

Casemods incomuns já são algo comum em sites, feiras, eventos etc. Mas alguns deles continuam chamando a atenção, como esse, onde um aconchegante quarto foi instalado dentro de um desktop.

Dentro do PC, um pequeno quarto para receber visitas. Nele, uma poltrona, um sofá, um belo abajur e até miscelâneas divertidas, como uma máquina de chiclete e uma lata de Coca-Cola. Uma versão miniatura do jornal The New York Times em cima da poltrona mostra o ar de lugarzinho gostoso que o desktop ganhou. E dá para imaginar que quando o computador dá aquela esquentadinha, todos no recinto vão se sentir mais a vontade ainda.


Para completar, a placa-mãe vermelha torna o local ainda mais bonito, parecendo um desses ambientes em que você vê apenas em revistas, cheios de charme. E, claro, o tapete combina com a parede. Infelizmente, as fotos estão rodando pela internet sem crédito ao cuidadoso criador do local.

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Será que funciona? Ainda assim, perfeito...
Faltou a fonte: Info Exame

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Meu Maracatu Pesa Uma Tonelada

Carrego para onde vou
O peso do meu som
Lotando minha bagagem
O meu Maracatu pesa uma tonelada de surdez
E pede passagem

O meu Maracatu pesa uma tonelada

Sempre foi sinfônico-atômico
Agora biônico e eletron-sansônico
Alterando as batidas
No azougue pesado
Em ritmo crônico
Tropa de todos os baques existentes
De longe tremendo e rachando os batentes
Mutante até lá adiante
Pois a zoada se escuta distante
Levando o baque do trovão
Sempre certo na contramão

Carrego para onde vou
O peso do meu som
Lotando minha bagagem
O meu Maracatu pesa uma tonelada de surdez
E pede passagem

O meu Maracatu pesa uma tonelada
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Nação Zumbi! Ouvi isso um dia desses (tenho muita música que nunca ouvi =/) e achei a minha cara.
O meu Maracatu pesa uma tonelada.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O Inferno Chegou

Alô!
Somos nós
Todos os seus demônios interiores!
Viemos aqui para uma festinha
ocê vai deixar
Não vai?
(Close nos seus dentes pontiagudos)

Nós vamos apenas irritar você
– um pouco –
A ponto de você arruinar sua vida
– um pouco –
A ponto de você gritar
– um pouco –
Pra ver você chorar
– um pouco –

(coro)
ÉÉÉÉÉÉÉÉ!
Vai ser BOOOOOOM!
Vai ser uma grande festa
ÉÉÉÉÉÉÉÉ!
Nós vamos nos divertir
Você não vai se divertir
e é essa a idéia.

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Pode chamar de Canção-Tema da minha Depressão :) Uma das que eu mais gosto. De 12 /jul/89

Se Tudo Fosse Teoria

Se tudo fosse Teoria
Eu seria Rei.


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Um Hai-kai de 17/jul/89, baseado numa música do Bikini Cavadão.

Os Olhos do Gato

E
Naquela noite
De dentro dos espelhos
Ela tirou uma pupila dourada
E me deu.

Pobre Senhora
Agora tenho seus olhos em minhas mãos.

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Desencavei um caderninho velho de guerra, com poesias (!) minhas. A maioria tem mais de 20 anos (é sério!) "Os Olhos do Gato" é de 5/ago/89.

sábado, 4 de julho de 2009

Caderno de Desenhos I


Coisas muito antigas de quando eu era criança :) Minha mãe guardou e eu tinha scanner e eu perpetuei na Internet (haha).

Quando eu era criança, eu tinha duas fixações: carros e barcos. Isso aí em cima - acreditem - é um modelo superesportivo num dinamômetro (ou é como eu interpreto atualmente)

E isso é um barco, com helicóptero e tudo. Uma estranha mescla de veleiro com motor... oO

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Técnica e o Sentimento

Por Braulio Tavares.


(Texto muito bom do Braulio, para ser levado em consideração toda vez que se for criar algo)

Numa oficina literária, quando o orientador propôs aos alunos um exercício para desenvolver uma técnica qualquer, um deles repondeu: “Eu não quero fazer exercícios técnicos. O excesso de técnica está matando a poesia. Poesia não é técnica, é sentimento. Pode-se fazer poesia sem técnica, mas não se faz poesia sem emoção”.

Temos aí um ótimo exemplo de verdades e equívocos tão misturados quanto uma xícara de café com leite. Vamos tentar separá-los de volta. Peguemos a primeira frase, para mim a mais sincera de todas: “Eu não quero fazer exercícios técnicos”. Isto, sim, é uma verdade límpida e indiscutível. Um neófito geralmente não gosta desse tipo de coisa. Garotos em geral detestam exercícios de matemática, exercícios físicos, qualquer coisa que exija ao mesmo tempo esforço e disciplina.

“O excesso de técnica está matando a poesia”. Concordo. Folheando antologias poéticas a gente se depara muitas vezes com poemas e mais poemas numa técnica impecável e que não dizem absolutamente nada, pelo menos a este leitor que vos fala. Um dos problemas da técnica é que quando pensamos tê-la dominado acabamos sendo dominados por ela. Ela toma conta de nossa mente, invade tudo que queremos escrever. Viramos uma máquina repetitiva, como aqueles guitarristas que improvisam super bem mas são incapazes de acompanhar uma música (e incapazes de deixar que os companheiros também improvisem).

“Poesia não é técnica, é sentimento”. Errado. Poesia (qualquer arte) é um máximo de tensão possível entre sentimento e técnica. A técnica serve para compactar o sentimento, torná-lo útil, dar-lhe sentido. Pense num automóvel. O automóvel tem dois sistemas: um de propulsão (motor) e um de deslocamento (pneus). Poeta que acha que poesia é só emoção é como um motorista que acha que um automóvel é apenas um motor acelerando e quatro pneus rodando. Mas a propulsão é controlada pela caixa-de-marchas, e os pneus são controlados pelo volante e a transmissão. A técnica não serve para matar a emoção, mas para recebê-la, comprimi-la, multiplicar sua força propulsora, projetá-la numa direção em que ela se desperdice o menos possível e chegue aonde quer chegar. Emoção com técnica é ar comprimido: tem poder. Emoção sem técnica é ar boiando no ar.

“Pode-se fazer poesia sem técnica, mas não sem emoção”. Discordo da primeira parte, concordo com a segunda. Ninguém faz poesia sem técnica. Juntar um B com um A para dizer BA é técnica, assim como todo o resto que daí decorre. Poeta que não gosta de técnica é como jogador de futebol que não gosta de lidar com a bola, quer apenas entrar em campo e ser visto pela torcida. Quanto à emoção, acho que quem quer ser poeta parte de uma emoção inicial: amor pela poesia, amor pela palavra, amor pela frase, amor pelas infinitas possibilidades da fala e da escrita. Se você não ama essas coisas, caro colega, vá ser cineasta, pintor, artista plástico, qualquer coisa cuja técnica lhe emocione.

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Postado no Fórum pelo Brontops. E é perfeito :)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Ilusão de parede

O trabalho de John Pugh é absolutamente impressionante! Se você apenas passar rapidamente os olhos pelas fotos abaixo, talvez não entenda direito o que viu. Quando olhar de novo vai se impressionar por ver que são pinturas com um sensacional efeito 3D. E só mesmo se atendo aos detalhes vai notar que até as pessoas também são feitas com tinta e pincel! Ele usa a técnica conhecida por "trompe l'oeil" ou "truque do olho" que garante a ilusão de profundidade aos espectadores. Suas fantásticas obras estão em painéis espalhados pelo mundo e o espanto das pessoas ao vê-las, faz a alegria do artista californiano. Em uma das histórias que coleciona, o carro do Corpo de Bombeiros chegou a parar para ajudar as pessoas que estavam pintadas no parede. "Inacreditavelmente legaus"!






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Impressionante! Queria ver isso ao vivo! Fonte: Blog Bem Legaus

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Concurso no Hirshorn Modern Art Gallery

A regra era simples, cada artista apenas podia usar uma única folha de papel...










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Algo que me mandaram a muuuuuito tempo, e que ainda acho liiiindo * - *