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sábado, 17 de setembro de 2011

Road To Nowhere

Talking Heads

Well we know where we're going, but we dont know where we've been
And we know what we're knowing, but we can't say what we've seen
And we're not little children, and we know what we want
And the future is certain, give us time to work it out

We're on a road to nowhere, come on inside
We'll take that ride to nowhere, we'll take that ride
Feeling ok this morning, and you know
We're on a road to paradise, here we go, here we go

We're on a ride to nowhere, come on inside
Taking that ride to nowhere, we'll take that ride
Maybe you want me while i'm here, i dont care
Even when time isnt on our side, i'll take you there, take you there

We're on a road to nowhere

There's a city in my mind
So come on and take the ride,
And its alright, baby its alright

And its very far away,
But its going day by day
And its alright, baby its alright

Would you like to come along?
You can help me sing this song
And its alright, baby its alright

They can tell you what to do,
Oh God they'll make a fool of you,
And its alright, baby its alright

We're on a road to nowhere

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Não sei por que, acho isso a cara do Facebook...

domingo, 24 de abril de 2011

Corredor de bigas é o maior magnata da história do esporte

Riqueza e esporte caminham juntos há muito mais tempo do que se imagina. Tanto, que alguns dos atletas mais bem pagos de nosso tempo, como os astros da NBA, pilotos de Fórmula 1 e as estrelas do futebol estão longe de rivalizar com corredor de bigas Caio Apuleio Diocles.

Caio Apuleio Diocles é um lusitano do século II que ostenta a marca de atleta mais bem pago da história. A informação foi publicada na edição de novembro da revista História Viva. Diocles, que começou a competir aos 18 anos e ganhou 1.462 das 4.257 corridas das quais participou, de acordo com as inscrições da lápide em sua sepultura, em Roma.

Diocles era analfabeto, mas isso não o impediu de angariar durante sua carreira um prêmio total de 35.863.120 sestércios (a moeda romana) em prêmios. Conforme Peter Struck, professor de estudos clássicos da Universidade da Pensilvânia, isso equivaleria a mais de US$ 15 bilhões hoje. Mais: em relação ao poder de compra da época, essa soma poderia alimentar toda a população de Roma durante um ano.

Para se ter ideia, Tiger Woods, o atual recordista segundo a revista Forbes, já acumulou até hoje US$ 1 bilhão (cerca de R$ 2,3 bilhões) em prêmios. Kaká, o brasileiro mais bem pago segundo a revista francesa France Football, é o 5º do ranking mundial, por faturar 18,8 milhões de euros (R$ 46,8 milhões) por ano. Uma ninharia perto dos sestércios conquistados por Diocles nas corridas de bigas.

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Fonte: Yahoo! Esportes

Uau...!

Os Vingadores, 1952

Por Renato Cruz

Ivan Guerrero criou um trailer de Os Vingadores, como se o filme tivesse sido feito em 1952. Na realidade, o grupo de super-heróis – que reúne personagens como Capitão América, Homem de Ferro, Thor e Viúva Negra – surgiu em 1963. Guerrero usou trechos de mais de 50 filmes e programas de TV para montar seu trailer, que conta com participação especial do Hulk, Doutor Estranho e do próprio Stan Lee, criador dos quadrinhos.

Abaixo, um teaser do filme verdadeiro, com previsão de lançamento em 2012.


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Fonte: Blog do Renato Cruz

Haja Paciência...

SimCity supremo

Por Jocelyn Auricchio


Três anos de planejamento e trabalho duro. Esse foi o tempo consumido por um entusiasta do clássico SimCity 3000 para conseguir a cidade de Magnasanti. Com seis milhões de habitantes e cada detalhes da infraestrutura urbana cuidadosamente pensada, a cidade virtual teve seu desenho inspirado na carta de tarô A Roda da Fortuna.

O mais legal de tudo: a proeza foi alcançada sem nenhum tipo de trapaça, seguindo todas as regras do jogo. Se você quiser tentar, cada passo foi minuciosamente explicado no vídeo.


Tem até um SimCity até no Super Nintendo, que tem uma das versões mais bacanas já feitas do game, com direito a estátua do Super Mario e tudo. Hoje parece bobinho, mas lá em 1991, isso era muito melhor do que qualquer computador conseguia fazer.

Aliás, que tal jogar um pouquinho de SimCity de graça, aí no seu navegador? No site oficial da Electronic Arts, dá para jogar a primeira versão de graça.

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Fonte: Que Mário?

Uau... ISSO impressiona...

Química

É muito comum no cotidiano, no que se refere a atração pelo outro, ouvirmos as pessoas dizerem “tem que ter química para rolar....” ou ainda “ele é bonito, tem um papo legal, mas não rolou química”. Estas frases embora num primeiro momento nos de a sensação que são desculpas usadas pelas pessoas para justificar o seu não desejo de relacionar-se com outro, não que isso não ocorra com algumas pessoas, mas em muitos momentos isso pode ser verdadeiro. A explicação para isso esta no fato que nós seres humanos, embora tenhamos uma longa história evolutiva, que nos permitiu diferenciar-se do outros animais, ou seja, nos tornamos seres pensantes, porém ainda carregamos em nossos genes, informações ligadas a comportamentos primitivos essenciais à preservação e melhoria de nossa espécie.

Isso explica nosso comportamento em muitas situações, onde apenas visualizei uma pessoa e senti um forte desejo inexplicável, sem mesmo ter trocado se quer uma palavra com a outra pessoa. Nesse momento entraram em ação, os feromônios. A palavra “feromônio” vem das palavras gregas phéro e hormôn, que juntas significam "trazer excitação". No mundo animal, os feromônios são “marcas” olfativas individuais encontradas na urina e no suor, que ditam o regulamento sexual e atraem o sexo oposto. Eles ajudam os animais a identificarem-se e escolher um parceiro com sistema imunológico suficientemente diferente do seu para garantir que a descendência seja resistente. Os animais têm um órgão especial no nariz chamado órgão vomeronasal ou OVN, que detecta esse composto químico inodoro. Cabe aqui uma informação importante, a existência dos feromônios humanos foi descoberta em 1986 pelos cientistas do Chemical Senses Center, na Filadélfia e na França – essas substâncias foram encontradas no suor humano. E para provar, sua existência e ação, eles fizeram uma experiência onde um grupo de mulheres cheirou as camisetas sujas de um grupo de homens, e cada uma teve que escolher por qual delas se sentia mais “atraída”. Assim como no mundo dos animais, a maioria das fêmeas escolheu a camiseta do homem cujo sistema imunológico era mais diferente do seu. É importante ressaltar, que isso não é determinante para que a paixão, o amor e até mesmo o encontro sexual se concretize.

Lembra que também citei uma frase comumente falada pelas pessoas no cotidiano que dizia: “ele é bonito, tem um papo legal, mas não rolou química”? , a explicação para isso é que como seres racionais (pensantes) não somos guiados apenas por instintos, ou seja, em algum lugar do nosso subconsciente, existe um modelo de parceiro ideal para o nosso amor. Pesquisas indicam que este modelo está relacionado a três fatores: ferômonios, aparência e personalidade. No que se referem aos dois últimos fatores, pesquisas apontam que habitualmente buscamos parceiros, que tenham aparência e personalidade parecida com a nossa e com a de nossos pais, como uma forma de substituirmos ou preservarmos o amor recebidos deles.

Bem, a partir desse ponto já estamos falando de um sentimento muito importante nos relacionamentos que é o Amor. E para explicarmos e compreendermos melhor certos comportamentos e atitudes ligados a esse sentimento, dividiremos o em 3 fases: desejo erótico, atração ou paixão romântica e união ou compromisso.

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Não saco nada de física, literatura ou gramática...

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Sexo oral entre morcegos e vida corporativa são estrelas do IgNobel

Carlos Orsi, do estadão.com.br

"Felação entre morcegos frugívoros prolonga a duração da cópula" é o título do artigo científico que levou uma equipe de chineses e britânicos a receber o Prêmio IgNobel de Biologia de 2010. Gareth Jones, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, deve comparecer ao ao Teatro Sanders, da Universidade Harvard, nos EUA, para receber a honraria na vigésima cerimônia da premiação, que, segundo seus idealizadores, busca chamar atenção para "descobertas que fazem as pessoas primeiro rir, depois pensar".

J.M.Garg/Reprodução
O morcego Cynopterus sphinx, usado no estudo

Outro destaque da premiação é um artigo de pesquisadores italianos que buscaram uma forma de escapar do chamado Princípio de Peter. Proposto pelo psicólogo canadense Laurence Peter, o princípio costuma ser resumido na afirmação de que, em toda hierarquia, os indivíduos tendem a ser promovidos até atingir "seu nível máximo de incompetência".

"Embora pareça pouco razoável", escrevem os agraciados no artigo "O Princípio de Peter Revisitado: Um Estudo Computacional", "o princípio funcionaria realisticamente em qualquer organização onde o mecanismo de promoção premia os melhore membros" e onde as tarefas do nível superior são muito diferentes das do nível inferior.

O resultado é uma perda de eficiência da organização, que deixa de contar com um ótimo funcionário no nível abaixo e passa a contar com um funcionário medíocre ou ruim no nível acima. "Dentro de uma abordagem de teoria dos jogos", prosseguem Alessandro Pluchino, Andrea Rapisarda e Cesare Garofalo, da Universidade de Catânia, na Itália, "descobrimos contraintuitivamente que, para evitar tal efeito, as melhores formas de melhorar a eficiência de uma dada organização é ou promover a cada oportunidade um agente ao acaso ou promover aleatoriamente o melhor e o pior membro, em termos de competência".

Um grupo de pesquisadores japoneses volta para receber seu segundo IgNobel. Depois de serem agraciados em 2008 com o prêmio de ciência cognitiva pela descoberta de que tipo de micro-organismo que forma camadas gelatinosas, como limo, é capaz de resolver labirintos, Toshiyuki Nakagaki e Atsushi Tero recebem agora a honraria na categoria de Planejamento de Transportes, como membros da equipe que demonstrou o uso do mesmo micróbio na determinação de rotas para linhas ferroviárias.

Por sua vez, o Prêmio IgNobel da Paz vai para três britânicos que confirmaram a crença popular de que gritar palavrões ajuda a diminuir a dor.

O lado francamente satírico do prêmio aparece no de Química, concedido pela descoberta de que "óleo e água se misturam". Ele será concedido a dois cientistas americanos - que trabalharam num estudo a respeito de vazamentos de petróleo no mar -, mas também à BP, empresa responsável pelo gigantesco vazamento de petróleo no Golfo do México.

Já o IgNobel de Economia vai para os administradores das empresas Goldman Sachs, AIG, Lehman Brothers, Bear Stearns, Merrill Lynch e Magnetar, "por criar e promover novas formas de investir dinheiro - que maximizam o ganho financeiro e minimizam o risco para a economia mundial, ou para uma porção dela". Essas empresas tiveram um papel central na crise econômica que ainda atinge os EUA e a Europa.

Outros prêmios deste ano vão para uma equipe de cientistas britânicos e mexicanos que inventou um helicóptero teleguiado para coletar amostras de secreção nasal de baleias; para dois cientistas holandeses que provaram um passeio de montanha-russa alivia os sintomas da asma; para duas pesquisadoras neozelandesas que demonstraram que usar as meias para fora do sapato reduz o risco de escorregar e cair na neve; e para três americanos que provaram, por meio de experimentos, que micróbios se agarram a cientistas barbados.

A cerimônia do IgNobel tem transmissão ao vivo pelo YouTube, e ficará disponível online em http://www.youtube.com/improbableresearch. O prêmio é uma promoção da revista Annals of Improbable Research (AIR), que se define como um periódico de "humor científico". Como já é tradição, a cerimônia tem um tema, que será refletido em duas apresentações musicais. O deste ano é "bactéria".

Os ganhadores que forem a Harvard receber o prêmio - segundo a AIR, autores de oito dos dez trabalhos ganhadores confirmaram presença - terão a honraria concedida por vencedores do Nobel. Farão a entrega do IgNobel Sheldon Glashow (ganhador do Nobel de Física em 1979); Roy Glauber (Física, 2005), Frank Wilczek (Física, 2004), James Muller (Paz, 1985) e William Lipscomb (Química, 1976).

Dicas ao jovem escriba

Por Xico Sá.

Muitos estudantes e profissionais de jornalismo no começo das suas carreiras, além de curiosos em geral sobre a profissão, escrevem a esta coluna perguntando sobre livros interessantes ou fundamentais para o ofício. Com ou sem a exigência do diploma, ler ainda é o nosso melhor jeito de ter uma boa formação.

Nesse capítulo, aliás, as moças têm dado um baile nos marmanjos. Pesquisas revelam que as fêmeas são mais adeptas à leitura do que os toscos dos machos.

Deixo aí, portanto, uma modesta lista com obras que valem por um curso completo para um jornalista-escritor ou vice-versa. Principalmente aos que se interessam pelo chamado jornalismo literário:

A Alma Encantadora das Ruas – de João do Rio (disponível por diversas editoras) – O dândi carioca que sabia tudo sobre a arte de flanar pela cidade e tirar dela, ainda em 1908, belas histórias.

Um Bom Par De Sapatos E Um Caderno De Anotações – Como Fazer Uma Reportagem – de Anton Tchekhov (editora Martins Fontes). Toda a riqueza de observação e detalhes que usava nos seus contos e peças, a favor do jornalismo-literário em uma reportagem de viagem.

Balas de Estalo - Reunião de crônicas políticas e de costumes de Machado de Assis – Publicado por várias editoras.

Dez Dias que Abalaram o Mundo - John Reed (ed.Conrad) – De uma forma eletrizante, punk-rock mesmo, o autor narra os acontecimentos da revolução russa de 1917.

Paris é Uma Festa – E. Hemingway (ed.Bertrand Brasil) – As peregrinações boêmias de um dos maiores narradores americanos e a sua convivência com grandes artistas franceses. Para aprender a escrever e observar o mundinho artístico.

Na Pior em Paris e Londres - George Orwell (Companhia das Letras, coleção Jornalismo Literário) – A experiência de miserável do autor de 1984. Aula de escrita e humanismo pelos subterrâneos das cidades.

O Segredo de Joe Gould – de Joseph Mitchell (Cia das Letras) – Aula genial de como fazer um perfil de um puta personagem praticamente anônimo de NY, um desses vagabundos que vemos por e mal sabemos da sua genialidade.

Malagueta, Perus e Bacanaço – de João Antônio (ed.Cosac & Nayfi) – O universo marginal dos salões de sinuca, rodas de sambas e madrugadas nos bares. Narrativa coloquial e maldita.

Dicas Úteis para uma Vida Fútil – Um Manual para a Maldita Raça Humana – Mark Twain (ed. Relume Dumará) – Um grande almanaque com dicas de etiqueta, moda, comportamento, costumes. Tudo da forma mais mordaz possível. Pra rir e aprender.

O Perigo da Hora – O século XX nas páginas do The Nation (ed.Scritta). Textos de gênios do jornalismo e da literatura como Kurt Vonnnegut, H.L. Mencken, Gore Vidal, John dos Passos entre outros bambas.

O Livro dos Insultos - H.L.Menken (Cia das Letras) – Influência importante para muita gente no Brasil, como Ruy Castro e Paulo Francis. Por exemplo, com Menken você aprende a ser crítico, ácido e ter uma pena maldita.

Medo e Delírio em Las Vegas – Hunter Thompson (ed.Conrad) – Na lista não poderia faltar pelo menos uma obra-prima do rei do jornalismo gonzo, a forma mais maluca e ousada de contar histórias. Foi adaptado para o cinema em 1998, pelo diretor Terry Gilliam.

Sim, não esqueçam, tudo do Nelson Rodrigues, óbvio ululante.

& MODINHAS DE FÊMEA
Com vocês, Danuza Leão, falando sobre o nosso tema preferido: “Eu não trairia um marido porque, quando olhasse para ele, teria de dizer: Pô, mas esse cara é um corno!”. E eu não quero um corno como marido.

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Digamos que são referências...

Life explained by Graphs...

A Vida Explicada em Gráficos:





















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Muita coisa que faz sentido... =/

terça-feira, 25 de maio de 2010

The Guild - Do You Wanna Date My Avatar

Completamente Nerd. E surpreendentemente engraçado.


quinta-feira, 20 de maio de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Computador usado no filme "War Games" será vendido

Avaliado em aproximadamente U$25mil, o dispositivo é considerado o computador pessoalmais caro do mundo

Por Fabiana Baioni

A versão original do IMSAI 8080, computador utilizado no filme “War Games” (Jogos de Guerra, na tradução para o português) de 1983 será colocado à venda.

Cenas do filme War Games. Crédito: Original Prop  Blog/Reprodução

Cenas do filme War Games. Crédito: Original Prop Blog/Reprodução

De acordo com o site Original Prop Blog, Thomas “Todd” Fischer, proprietário do aparelho e mantenedor do site IMSAI.net anunciou que o plano de vender o dispositivo ainda está em fase de negociação, mas que deve sair do papel em breve.

O IMSAI 8080, juntamente com o MITS Altair 8800 e mais alguns outros microcomputadores da década de 70, é considerado o precursor dos computadores pessoais modernos. Lançado em 1975, era um clone do Altair – e, por isso, é considerado um dos primeiros clones da história dos PCs. Seu processador era o Intel 8080, que serviu de base para o lendário Z80 da Zilog (o “cérebro” de grande parcela dos computadores pessoais vendidos no mundo na década de 80) e para o 8086, que equipava o primeiro IBM-PC e é o tararavô dos modernos Core 2 e Atom, da Intel. O IMSAI e o Altair podem, portanto, ser considerados, sem exagero, antepassados diretos dos PCs modernos – inclusive dos atuais Macs.

Fischer diz em seu site que o IMSAI 8080 usado no filme War Games é considerado um dos cinco melhores Movie Computers de todos os tempos, sendo o único produto da lista realmente comercializado. Para ele, o computador deve ser preservado como uma “peça de significado histórico", já que seu surgimento, em meados dos anos 70, “contribuiu significativamente para uma nova tecnologia digital”.

Ainda de acordo com o Original Promp Blog, o dispositivo está avaliado em cerca de U$25mil, tornando-se o computador pessoal mais caro do mundo. Os detalhes da venda do produto estão sendo tratados com o renomado curador de computadores Sellam Ismail.

O trailer original do filme War Games, considerado um clássico do mundo geek e onde o IMSAI figura em destaque, pode ser visto pelo link bit.ly/war_games.

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Fonte: Geek

Não podia ser por amor?

“Ela só está com ele por causa dos biscoitos”. Tema destes cartazes para Frolic.


Fonte: Lá Fora

terça-feira, 30 de março de 2010

Pac Man aparece em lua de Saturno

Paula Rothman, de INFO Online

NASA/JPL/GSFC/SWRI/SSI
Pac Man aparece em lua de Saturno
Espectrômetro infravermelho revela Pac Man em Mimas

quarta-feira, 3 de março de 2010

Rodrigo Apresenta: Billy Batson e os 6 Poderes

Não sei se vocês lembram da edição 14 do FARRAZINE (se não lembra, veja aqui). Houve um conto do Jluismith sobre Billy Batson e os seis que formam SHAZAM. O Izaque fez a ilustração que foi usada, mas como ele estava demorando, eu comecei a fazer um "Plano B", caso ele atrasasse demais... Como ele fez, acabei colocando de lado por um tempo, mas resolvi terminá-la. Esse foi o resultado.

Lara Croft ganha sua própria rua na Inglaterra

Heroína dos games é escolhida para nomear nova via com 89% dos votos.

Por Nátaly Dauer

A cidade inglesa de Derby anunciou orgulhosamente que o nome de uma nova via da cidade receberá o nome de uma de suas mais famosas habitantes: a personagem de jogos e filmes Lara Croft.

A franquia de jogos Tomb Raider estrelados por Lara, uma arqueologista foi criada pela empresa britânica Eidos (que fica em Derby) e, ao que parece, é mesmo especial para seus habitantes. A decisão de nomear a rua homenageando a poderosa heroína veio de uma votação online, que, de acordo com o conselho local, recebeu votos de milhares de eleitores locais.

Mais de 27 mil pessoas participaram da eleição no nome da nova rua que liga a rua Osmaston à rua Burton. Quando os votos foram apurados, Lara Croft conquistou 89% da preferência, batendo de longe seus concorrentes.

Entre as opções para nomear a rua estavam o lendário jogador de futebol Steve Bloomer, o astrônomo John Flamsteed e o engenheiro George Sorocold. Outras vias locais já ganharam nomes de notáveis ligados à cidade, como a via Sir Frank Whittle, via Brian Clough, rua Nightingale (em homenagem a Florence Nightingale) e a Joseph Wright Terrace, informa o site de notícias da BBC de Londres.

O site The Inquirer conta que Lucy Care, membro do Gabinete de Planejamento e Transporte, afirmou que a votação realmente captou a imaginação das pessoas por todo o mundo e, apesar de sua falta de conhecimento em jogos, sabe que uma quantidade de votos de 89% para Lara Croft é demais para ignorar. Lucy também acredita que, se a personagem foi criada em Derby, merece permanecer entre os ícones mais tradicionais da cidade.

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E isso aconteceu na Inglaterra oO Fonte: Yahoo Notícias

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Personagens de todos os sistemas, uni-vos!


Um personagem de RPG é essencialmente um alter ego do jogador. As razões que levam o jogador a escolher olhos claros ao invés de escuros, cabelos longos em lugar da calvície, dois metros de altura em vez de um metro e sessenta, ser um elfo ou um anão são razões obscuras que podem depender do dia, da hora, das fases da lua, etc. Mas quando um jogador escolhe uma classe ele sabe exatamente porque o fez. As classes de personagem costumam definir muitas coisas em relação aos objetivos do personagem e sua importância dentro de um grupo. De modo geral, as classes são como um conjunto de características próprias de uma profissão ou estilo de vida e contam muito sobre o passado, o presente e o possível futuro do personagem. Por isso as classes são excelentes referências para jogadores iniciantes que desconhecem todas as possibilidades de um cenário de RPG, indicando um caminho lógico para a construção da planilha (ficha) e atuação do personagem dentro de um grupo. Ao mesmo tempo, jogadores mais experientes buscam na escolha de uma classe, determinar a dificuldade do jogo (só um jogador muito experiente escolheria ser um pacífico hobbit trabalhador numa odisséia para a destruição de um anel forjado pela própria encarnação do mal na terra-média).

A idéia de classe é bastante difundida nos sistemas de RPG e pode aparecer camuflada de muitas formas. Embora as classes aparentemente sejam mais comuns em jogos de temática medieval, isso não significa que a mesma idéia não exista em outros sistemas. Ao escolher a profissão que exercia antes de ser abraçado, um jogador de Vampiro acaba por definir que tipo de personagem este será (geralmente oscilando entre uma máquina-de-matar e o senhor-da-manipulaçã o). Nesse caso, quanto mais “normal” for o personagem, mais difícil será ganhar poder e enfrentar as dificuldades na não-vida. O extremo da classificação está em jogos no estilo D&D, onde as classes podem possuir seus próprios atributos físicos, vantagens únicas, desvantagens obrigatórias, bônus em habilidades, etc. Assim, um jogador tem sempre em mente a função que exerce dentro do grupo. Quando chegar a hora da batalha os Guerreiros, Arqueiros, Bárbaros e afins serão chamados as linhas de frente. Quando o jogo exigir malícia e furtividade, o ladrão prestará seus serviços. Quando o objetivo for se embrenhar numa floresta em perseguição ao mensageiro maligno, o Ranger o fará com maestria. E se tudo mais falhar, o Mago solta uma bola de fogo em todo mundo.

Evidentemente existem diversos cenários com diversas classes e em cada um deles os jogadores tem mais ou menos restrições ao construir seus personagens. Neste tipo de jogo, entram em cena ainda as classes especiais, que além de muito específicas e restritivas, geralmente possuem grande importância para o cenário em que se joga. As classes especiais são uma grande oportunidade de interpretação para jogadores experientes, uma vez que podem possuir características incomuns ou detestadas pela maioria dos jogadores, representando um grande desafio, além das vantagens e recompensas de pertencer àquela classe, o que faz tudo valer a pena.

Por outro lado, o extremo da não utilização das classes está em jogos como o GURPS, onde cada personagem é potencialmente qualquer coisa. Basta ter bom-senso e construir um personagem que poderia até mesmo ser uma pessoa. Esse tipo de jogo foge dos estereótipos e permite ao personagem um desenvolvimento mais livre. É claro que isso sempre dificulta a vida dos jogadores mais inexperientes além que causar alguma confusão na hora de dividir as tarefas dentro do grupo. Mas tudo isso não significa que as classes sumiram. Ao construir a planilha, sempre se imagina que tipo de personagem quer-se representar. Brutamontes truculentos, moradores de rua malandros e pessoas sábias com poderes mágicos nada mais são que genéricos das classes pré-estabelecidas.

Em suma, as classes estão presentes, de forma mais ou menos evidente, em todos os sistemas de RPG. A escolha das classes representa a vontade do jogador em criar uma figura lendária: seja uma guerreiro invencível, um mago poderoso ou o comerciante mais rico da Arábia. As classes também influenciam na dificuldade (portanto na diversão) na interpretação. As restrições impostas pelas classes em alguns sistemas não devem ser vistas como negativas, pois podem garantir a funcionalidade dos personagens, tornando a interpretação mais fácil ou mais difícil, à vontade do jogador. A liberdade dada aos jogadores em sistemas em que não há classes de forma oficial e pré-estabelecida deve ser usada com cuidado, pois seu principal objetivo é tornar possível a criação de personagens mais humanos e reais. De uma forma ou de outra, as classes têm um papel fundamental na organização dos jogos de RPG e a escolha de qualquer uma delas equivale responder uma velha questão: o que você quer ser quando crescer?
"A história da sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes" - Karl Marx

Do Guardião da Torre de Albon, Carrião.



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Diretamente das profundezas do meu e-mail, excelente texto do Guardião Carrião.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Informações de que precisamos

Assista. Dá o que pensar.

Faltando no Trabalho

Cuidado: as vezes a preguiça pode ser fatal...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Bandeiras

Da WHYBIN/TBWA Sydney para o Sydney International Food Festival.


















sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Designers de Taiwan recriam quadro de DaVinci com placas-mãe

Engenheiros da ASUS homenageiam a empresa com a divertida colagem

Por Nátaly Dauer

Uma colagem feita a partir de placas-mãe usadas e chips de computador reproduz o quadro La Gioconda, mais conhecido como A Mona Lisa, de Leonardo DaVinci. A peça é de autoria de designers taiwaneses da Asustek, empresa detentora da marca ASUS. Apesar de apenas sugerir a pintura de Da Vinci, especialmente pela escassez dos detalhes, o mosaico compõe uma curiosa obra de arte geek.

Alguns projetistas de circuitos impressos da empresa já planejavam a execução do “quadro” desde 2008, de acordo com uma matéria do programa televisivo Nightly Business Report , da TV pública norte-americana PBS.

O blog Gadget lab da revista Wired aponta dois significados para a colagem: uma referência à tecnologia usada pela Asus para alcançar seu status e também mostrar um pouco do perfil da empresa, que apoia todos os tipos de ideias, inclusive as mais estapafúrdias. De fato, uma grande placa-mãe em forma de pintura (ou, melhor dizendo, uma grande pintura em forma de placa-mãe) faz todo o sentido para a empresa, que despontou e cresceu no mercado internacional com suas placas-mãe nos anos 90, sendo uma das corporações icônicas dos chamados então Tigres Asiáticos.

A obra foi instalada na entrada principal da sede da Asustek, em Peitou, Taiwan.

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Fonte: www.geek.com.br

Eu não sei de vocês, mas eu adorei isso! Uma Mona Lisa Impressionista! *-*