domingo, 14 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Museu usa miniveículos para mostrar evolução dos carros



Da BBC. Eu queeero!

(para quem não sabe, eu coleciono carrinhos...)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

1ª LEITURA - 20/01/2010

Leitura do Primeiro Livro de Samuel

Naqueles dias, Davi foi conduzido a Saul e lhe disse: “Ninguém desanime por causa desse filisteu! Eu, teu servo, lutarei contra ele”. Mas Saul ponderou: “Não poderás enfrentar esse fi­listeu, pois tu és só ainda um jovem, e ele é um homem de guerra desde a sua mocidade”. Davi respondeu: “O Senhor me livrou das garras do leão e das garras do urso. Ele me salvará também das mãos deste filisteu”. Então Saul disse a Davi: “Vai, e que o Senhor esteja contigo”. Em seguida, tomou o seu cajado, escolheu no regato cinco pedras bem lisas e colocou-as no seu alforje de pastor, que lhe servia de bolsa para guardar pedras. Depois, com a sua funda na mão, avançou contra o filisteu.

Este, que se vinha aproximando mais e mais, precedido do seu escudeiro, quando pôde ver bem Davi desprezou-o, porque era muito jovem, ruivo e de bela aparência. E lhe disse: “Sou por acaso um cão, para vires a mim com um cajado?” E o filisteu amaldiçoou Davi em nome de seus deuses. E acrescentou: “Vem, e eu darei a tua carne às aves do céu e aos animais da terra!” Davi respondeu: “Tu vens a mim com espada, lança e escudo; eu, porém, vou a ti em nome do Senhor todo-poderoso, o Deus dos exércitos de Israel que tu insultas­tes! Hoje mesmo, o Senhor te entregará em minhas mãos, e te abaterei e te cortarei a cabeça, e darei o teu cadáver e os cadáveres do exército dos filisteus às aves do céu e aos animais da terra, para que toda a terra saiba que há um Deus em Israel. E toda esta multidão de homens conhecerá que não é pela espada nem pela lança que o Senhor concede a vitória; porque o Senhor é o árbitro da guerra, e ele vos entregará em nossas mãos”. Logo que o filisteu avançou e marchou em direção a Davi, este saiu das linhas de formação e correu ao encontro do filisteu. Davi meteu, então, a mão no alforje, apanhou uma pedra e arremessou-a com a funda, atingindo o filisteu na fronte com tanta força, que a pedra se encravou na sua testa e o gigante tombou com o rosto em terra.

E assim Davi venceu o filisteu, ferindo-o de morte com uma funda e uma pedra. E, como não tinha espada na mão, correu para o filisteu, chegou junto dele, arrancou-lhe a espada da bainha e acabou de matá-lo, cortando-lhe a cabeça. Vendo morto o seu guerreiro mais valente, os filisteus fugiram.

Palavra do Senhor.

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Apenas faça a sua parte, que Eu me comprometo a fazer a Minha.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Até que enfim alguém falou algo sensato neste país...

Clique na imagem para poder ler. Não consegui fazer melhor... ¬¬

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Tiradas (ou botadas) de Famosos

  • Certa vez, Einstein recebeu uma carta da miss New Orleans onde dizia a ele: "Prof. Einstein, gostaria de ter um filho com o senhor… A minha justificativa se baseia no fato de que eu, como modelo de beleza, teria um filho com o senhor e, certamente, o garoto teria a minha beleza e a sua inteligência”. Einstein respondeu: “Querida miss New Orleans, o meu receio é que o nosso filho tenha a sua inteligência e a minha beleza”.
  • Na Câmara, quando ainda era no Rio, seu presidente, Ranieri Mazzini, deu a palavra a Carlos Lacerda, representante do Distrito Federal. O deputado Bocaiuva Cunha foi rápido, e gritou ao microfone, sob os risos do plenário: "Lá vem o purgante!" Lacerda, num piscar de olhos, respondeu-lhe: "Os senhores acabaram de ouvir o efeito!" (Muito mais risos, até dos adversários…)
  • Quando Winston Churchill fez 80 anos, um repórter de menos de 30 foi fotografá-lo e disse: "Sir Winston, espero fotografá-lo novamente nos seus 90 anos…" Resposta de Churchill: "Por que não? Você me parece bastante saudável…"
  • Telegramas trocados entre o dramaturgo Bernard Shaw e Winston Churchill, seu desafeto.
    Convite de Bernard Shaw para Churchill: “Tenho o prazer e a honra de convidar digno primeiro-ministro para primeira apresentação minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver. Bernard Shaw." Resposta de Churchill: “Agradeço ilustre escritor honroso convite… Infelizmente não poderei comparecer primeira apresentação. Irei à segunda, se houver. Winston Churchill. "
  • O General Montgomery estava sendo homenageado, pois vencera Erwin Hommel na batalha da África do Norte, na 2ª Guerra Mundial. Discurso del Montgomery: "Não fumo, não bebo, não prevarico e sou herói". Churchill ouviu o discurso e, com ciúmes, retrucou: "Eu fumo, bebo, prevarico e sou o chefe dele."
  • Bate-boca no Parlamento Inglês. Aconteceu num dos discursos de Churchill, em que estava uma deputada oposicionista, Lady Astor (do tipo Heloisa Helena, do PSOL) que pediu um aparte . Todos sabiam que Churchill não gostava que interrompessem os seus discursos. Mas, concedeu a palavra à deputada. E ela disse em alto e bom tom: "Sr. Ministro, se Vossa Excelência fosse o meu marido, eu colocaria veneno em seu chá!" Churchill, lentamente, tirou os óculos, seu olhar astuto percorreu toda a platéia e, naquele silêncio em que todos aguardavam, lascou: "Nancy, se eu fosse seu marido, tomaria esse chá com prazer…"
  • Outra de Bernard Shaw: numa roda de bar, perguntado por que sempre beijava a mão das senhoras que lhe apresentavam, respondeu: "Bem, nós temos que começar por algum lugar…"

A Lei do Caminhão de Lixo

Um dia peguei um táxi e fomos direto para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa
quando, de repente, um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente. O motorista do táxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz! O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar feio para nós. O motorista do táxi apenas sorriu e acenou para o cara. E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente.

Assim, eu perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'

Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo 'A Lei do Caminhão de Lixo".

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo,
cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente.

Não tome isso pessoalmente. Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente.

Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os caminhões de lixo estragar o seu dia.
A vida é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso... Assim, ame as pessoas que te tratam bem, e ore pelas que não o fazem.

A vida é 10% o que você faz dela e 90% a maneira como você a recebe!

Pense nisso.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Personagens de todos os sistemas, uni-vos!


Um personagem de RPG é essencialmente um alter ego do jogador. As razões que levam o jogador a escolher olhos claros ao invés de escuros, cabelos longos em lugar da calvície, dois metros de altura em vez de um metro e sessenta, ser um elfo ou um anão são razões obscuras que podem depender do dia, da hora, das fases da lua, etc. Mas quando um jogador escolhe uma classe ele sabe exatamente porque o fez. As classes de personagem costumam definir muitas coisas em relação aos objetivos do personagem e sua importância dentro de um grupo. De modo geral, as classes são como um conjunto de características próprias de uma profissão ou estilo de vida e contam muito sobre o passado, o presente e o possível futuro do personagem. Por isso as classes são excelentes referências para jogadores iniciantes que desconhecem todas as possibilidades de um cenário de RPG, indicando um caminho lógico para a construção da planilha (ficha) e atuação do personagem dentro de um grupo. Ao mesmo tempo, jogadores mais experientes buscam na escolha de uma classe, determinar a dificuldade do jogo (só um jogador muito experiente escolheria ser um pacífico hobbit trabalhador numa odisséia para a destruição de um anel forjado pela própria encarnação do mal na terra-média).

A idéia de classe é bastante difundida nos sistemas de RPG e pode aparecer camuflada de muitas formas. Embora as classes aparentemente sejam mais comuns em jogos de temática medieval, isso não significa que a mesma idéia não exista em outros sistemas. Ao escolher a profissão que exercia antes de ser abraçado, um jogador de Vampiro acaba por definir que tipo de personagem este será (geralmente oscilando entre uma máquina-de-matar e o senhor-da-manipulaçã o). Nesse caso, quanto mais “normal” for o personagem, mais difícil será ganhar poder e enfrentar as dificuldades na não-vida. O extremo da classificação está em jogos no estilo D&D, onde as classes podem possuir seus próprios atributos físicos, vantagens únicas, desvantagens obrigatórias, bônus em habilidades, etc. Assim, um jogador tem sempre em mente a função que exerce dentro do grupo. Quando chegar a hora da batalha os Guerreiros, Arqueiros, Bárbaros e afins serão chamados as linhas de frente. Quando o jogo exigir malícia e furtividade, o ladrão prestará seus serviços. Quando o objetivo for se embrenhar numa floresta em perseguição ao mensageiro maligno, o Ranger o fará com maestria. E se tudo mais falhar, o Mago solta uma bola de fogo em todo mundo.

Evidentemente existem diversos cenários com diversas classes e em cada um deles os jogadores tem mais ou menos restrições ao construir seus personagens. Neste tipo de jogo, entram em cena ainda as classes especiais, que além de muito específicas e restritivas, geralmente possuem grande importância para o cenário em que se joga. As classes especiais são uma grande oportunidade de interpretação para jogadores experientes, uma vez que podem possuir características incomuns ou detestadas pela maioria dos jogadores, representando um grande desafio, além das vantagens e recompensas de pertencer àquela classe, o que faz tudo valer a pena.

Por outro lado, o extremo da não utilização das classes está em jogos como o GURPS, onde cada personagem é potencialmente qualquer coisa. Basta ter bom-senso e construir um personagem que poderia até mesmo ser uma pessoa. Esse tipo de jogo foge dos estereótipos e permite ao personagem um desenvolvimento mais livre. É claro que isso sempre dificulta a vida dos jogadores mais inexperientes além que causar alguma confusão na hora de dividir as tarefas dentro do grupo. Mas tudo isso não significa que as classes sumiram. Ao construir a planilha, sempre se imagina que tipo de personagem quer-se representar. Brutamontes truculentos, moradores de rua malandros e pessoas sábias com poderes mágicos nada mais são que genéricos das classes pré-estabelecidas.

Em suma, as classes estão presentes, de forma mais ou menos evidente, em todos os sistemas de RPG. A escolha das classes representa a vontade do jogador em criar uma figura lendária: seja uma guerreiro invencível, um mago poderoso ou o comerciante mais rico da Arábia. As classes também influenciam na dificuldade (portanto na diversão) na interpretação. As restrições impostas pelas classes em alguns sistemas não devem ser vistas como negativas, pois podem garantir a funcionalidade dos personagens, tornando a interpretação mais fácil ou mais difícil, à vontade do jogador. A liberdade dada aos jogadores em sistemas em que não há classes de forma oficial e pré-estabelecida deve ser usada com cuidado, pois seu principal objetivo é tornar possível a criação de personagens mais humanos e reais. De uma forma ou de outra, as classes têm um papel fundamental na organização dos jogos de RPG e a escolha de qualquer uma delas equivale responder uma velha questão: o que você quer ser quando crescer?
"A história da sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes" - Karl Marx

Do Guardião da Torre de Albon, Carrião.



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Diretamente das profundezas do meu e-mail, excelente texto do Guardião Carrião.